Sangue, Família, Kung fu




Olá a todos. Depois de um hiato estou de volta. Muita coisa tem acontecido nesse tempo, mas prometo focar aqui no blog e firme na ideia de continuidade.


Na foto acima sou eu hoje indo para o Mo gun. Como sempre que saiu de casa tenho uma expectativa de como será meu dia, mas sei que isso é algo totalmente fora do meu controle. Posso apenas decidir como vou reagir a cada desafio que se apresenta. Assim me concentro para dar o meu melhor.

Ao chegar no Mo gun fui recebido pelo irmão kung fu Simão. Juntos fomos preparar o café e fiquei responsável por corta as frutas. Por um momento de descuido. fiz um pequeno corte no dedo. O que resultou em muito sangue para uma coisa tão minúscula. Foi tão insignificante que foi Simão que reparou que eu havia me machucado.

Acho que quando falamos em dar o sangue não é para ser algo assim tão literal, mas a questão ali era o que fazer com o ocorrido. Acidentes acontecem e acredito que o zelo da família somado ao kung fu que tenho desenvolvido me possibilitou agir da melhor forma possível.

Enquanto tomávamos o café e comíamos as frutas conversamos um pouco. Eu particularmente adoro esse momento...mesmo que hoje eu não tivesse grandes sacadas ou ideias para contribuir. São esses momentos que me permitem olhar pra dentro e procurar o sentindo do que o irmão kung fu está passando. Todos detém uma sabedoria e são nesses momentos que elas afloram dentro da percepção de cada um.

Quando fomos a prática física confesso que tive um pouco de dificuldade com o exercício proposto, mas por outro lado minha percepção acerca do que estava acontecendo e até do meu erro se aprofundou de tal forma que pude entender mais da minha própria interpretação da listagem do Siu nim do.

No meio da prática meu dedo voltou a sangrar e precisei interromper a interação para estancar e pressionar a ferida. Por fim quando consegui me resolver realizamos a listagem criando o desconforto de nos equilibrar em apenas uma das pernas.

Confesso que essa experiência foi meio complicada pra mim...minha mente precisou focar de tal forma que se tornava obrigatório está completamente inteiro.

Ao retornar pra casa enquanto pegava o brt lembro de pensar como realmente não temos controle de nada. Sangrei, interagir com a família e aprimorei meu kung fu...tudo isso em uma manhã muito agravel e divertida. Sabe cada vez mais entendo a ideia de relaxar e ser gentil. Será esse o grande segredo? Estou ansioso para continuar minha trajetória e assim conseguir me desenvolver e ajudar a todos a se desenvolverem também. Isso é conexão e essa ideia é a base do meu kung fu.

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