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Mostrando postagens de março, 2024

Legado, arte e magia

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  Último encontro com Si Fu Recentemente tenho estado pensativo sobre a forma como encaro a vida. A ideia de relaxamento me surge como uma alternativa viável pra lidar com minha própria insegurança. Nessa última visita de Si Fu tive a oportunidade de estar presente mesmo que por algumas horas e essa oportunidade me transformou de uma forma tão profunda quanto bela. Muito além de minhas questões acredito que esses momentos permitem a todos um intendimento maior e uma conexão mais ampla de uma forma geral. Quando iniciei esse texto estava preocupado em como executaria a ideia que se fazia presente em minha mente. O que eu fiz então? Fiz a sequência com o máximo de arte e energia que eu podia e aos poucos vi a insegurança da lugar a uma percepção mais apurada do que eu de fato queria falar. Aniversário do Si Hing Márcio  E o que eu quero falar é sobre magia. A magia que encontro junto de meus irmãos que sempre me acolheram com muito carinho, mas mais do que isso são ligações e po...

Lente kung fu e um insight aleatório

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  Eu em 1998. Com 4 anos.   A foto que escolhi para iniciar esse post no blog é especial. Foi tirada e revelada por meu padrinho em 1998. Uma época boa onde tudo parecia ser mais simples. Meu padrinho me presenteou com essa foto no último Natal. Isso me fez pensar na força que uma foto pode carregar. Para além da forma e da identidade. Hoje convido você leitor a dividir meus óculos e enxergar através de minha "lente kung fu". Um termo que particularmente adoro é que faz referência a ideia de enxergar o kung fu em todo lugar e instante. Talvez o Rafuca de 1998 não soubesse que seria possível ver o mundo com mais simplicidade e beleza. Talvez ele estivesse mais ocupado com brincadeiras do que com a filosofia por trás de sua inocência.    O vídeo acima é uma cena do anime Cowboy bebop. Particularmente curto bastante essa história e suas questões, mas trazendo para temática do blog. Vejo uma certa beleza na história contada pelo protagonista. O que vocês entendem dela? D...

Akira Toriyama, kung fu, Adeus

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  Enciclopédia dragon ball que adquiri quando era criança. Eu era ainda pequeno quando em uma ida a livraria Argumento do shopping Rio Design avistei um livro solitário na parte baixa de uma prateleira. Meus olhos se encheram de um brilho exorbitante. Ele tinha que ser meu. Acho que qualquer fã naquela situação pensaria a mesma coisa. Lembro de esconder o livro atrás de um prateleira de livros de filosofia. Por sorte ninguém o encontrou e tive tempo de convencer minha mãe a ir lá outro dia e me dar o livro como presente de aniversário. Olhando pra trás agora vejo o quanto aquele aniversário foi especial. Sempre consumi muita animação japonesa e depois de uma certa idade foquei nos mangás. Nessa enciclopédia tem uma entrevista com o autor da obra. O lendário Akira Toriyama. Entre as várias entrevistas a minha favorita é a que ele explica de onde vinha a inspiração para Dragon Ball. Ele que era muito fã de filmes de kung fu queria produzir algo que abordasse o tema marcial. Engraçado...

Fator terapêutico, pertencimento, coração

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  Bruce Lee praticando Recentemente me ocorreu uma ideia e quero usar ela como ponta pé inicial para começar esse texto. Kung fu serve para muitas coisas e uma dessas coisas é para desenvolver o próprio kung fu. O sistema por si só não é capaz de levar a esse desenvolvimento. Percebi isso enquanto me permitia olhar para trás. As palavras de Lee ressoam em meus ouvidos. Desenvolvimento da expressão corporal através da prática da arte marcial. Para entendermos o que estou querendo falar precisamos visitar os pontos mais obscuros de minha jornada. Nunca pertenci a lugar nenhum e nunca senti que poderia ser quem sou. Isso até agora. O poder terapêutico do kung fu é inegável. Transformar medo e insegurança em capacidade colaborativa e bem estar é o real significado da palavra trabalho. Só que é aquilo ele pede algo em troca para funcionar. Ele pede que eu apenas acredite na minha capacidade de ser melhor dentro de minhas limitações. Gosto muito do vídeo acima. Ele abre para inúmeras int...

Vida kung fu, família e um ótimo dia.

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Na foto si hing Guilherme pratica com si hing Marcio. Kung fu é um ato de fé? Me peguei me perguntando isso hoje enquanto elaborava esse texto que tão tranquilamente estava esquecendo de escrever. Bem respondendo a pergunta acredito que sim. Se pensarmos que fé invoca um sentimento de acreditar...penso que o que mais fazemos durante nossas vivências é acreditar em nós mesmos e como podemos fazer para crer no potencial do outro. Si hing Guilherme me faz acreditar nessa ideia quando percebo o quanto ele está sempre confiante na minha capacidade de acertar e porque não errar também...com um certo estilo. Enfim ele sempre acredita em mim e isso me autoriza de certa forma a poder ser quem sou. Sua luz me dá liberdade para que minha própria luz também possa brilhar. Nesse sábado levantei cedo e fui para o mo gun. Quando cheguei encontrei o pessoal tomando café. Esses momentos em família são tão emblemáticos e recheados de significado  que me fazem perceber que me sinto realmente avontade...