A coragem para descobrir o verdadeiro eu
Durante muito tempo busquei entender quem sou. Saber expressar com total certeza minha natureza e assim dominar o ser. Esse processo somado a experiências negativas me levaram buscar um isolamento. O que no futuro seria dito ser uma fobia social. Besteira. Tudo o que havia era uma inabilidade justamente por falta de prática.
Na imagem acima almoço com minha amiga Vitória. Demorei muito tempo pra entender que só consigo acessa essa minha essência quando me relaciono com outro. Acredito que devo muito de minhas percepções atuais ao convívio com meus irmãos e as experiências com Si Fu. Um movimento que clareia a visão através da lente do meu kung fu.
Minha mãe me falou outro dia que o tempo está passando rápido de mais. Em um primeiro momento concordei, mas depois fiquei pensando e me autorizando a expressar minha essência tranquila e lenta cheguei a conclusão que o problema não está no tempo...e sim em sua gestão.
Termino essa reflexão dizendo que sempre odiei lavar louça, mas recentemente isso mudou. Percebo que a louça pode ser um instrumento de aprimoramento e melhor...pode ser um meio de descoberta muito mais intenso do que ficar garimpando o vazio em busca de algo como uma essência filosófica ou natureza fixa. Nas palavras de Raul Seixas: "Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante..."
É a soma de tudo isso que me oferece um estudo a profundado sobre mim e que me dá a oportunidade de ofertar uma energia muito mais rica para o outro no contato social. E isso só é possível com o autoconhecimento.
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